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O sistema numérico hebraico

Códigos secretos e numerologia judaica

Sabemos que os gregos usavam letras do seu alfabeto, derivado do alfabeto fenício [o sistema romano é mais recente, baseado no alfabeto latino e hoje, usamos os números indo-arábico], para representar números.

Mas os gregos não foram os únicos a utilizar letras para representar sons e também números – os números-letras. Na verdade, entre os estudiosos que pesquisam a origem dos números ainda paira uma grande dúvida, já que um outro povo, os hebreus, também utilizava letras para simbolizar valores na mesma época que os gregos. A questão é: quem usou primeiro a numeração alfabética, gregos ou hebreus? Mas, isto realmente importa?

Tanto a forma de escrever grega quanto a hebraica foram influenciadas pela escrita fenícia.  E isso explica a semelhança que existe entre as duas formas de escrita e, portanto, entre as duas formas de nomear os números.

Os hebreus povoaram a região do Oriente Médio no segundo milênio antes de Cristo. Deles descendem os povos semitas, árabes e judeus. Eles usavam a escrita e a numeração para feitos importantes naquela cultura, como por exemplo indicar datas do calendário israelita e principalmente em censos demográficos ou números de homens de seus exércitos e batalhas…

Na numeração hebraica, são utilizadas vinte e duas letras do alfabeto hebraico, colocadas na ordem de acordo com o alfabeto fenício do qual elas derivam. Assim sendo, as nove primeiras letras (de Aleph a Tet) referem-se aos nove primeiros números; as nove letras seguintes (de Yod a Tsadé) são associadas às nove dezenas e as quatro últimas letras (de Qof a Tav) representam as quatro primeiras centenas, como mostra o quadro abaixo:

Os hebreus escreviam e liam da direita para esquerda. Para indicar que o símbolo escrito referia-se a um número e não a uma letra propriamente, eles colocavam um pequeno acento [apóstrofe] à esquerda do número. Veja como seriam escritos em hebraico os números 1, 30 e 80:

Quando para representar um número eles precisavam escrever mais de uma letra, dobravam o apóstrofe, que passava a ser colocado entre as duas últimas letras à esquerda. Veja alguns exemplos:

Tudo bem até a quarta centena… Mas e depois, como representar números maiores que isso? Para resolver este problema os hebreus criaram uma regra: eles combinam (somam) a letra Tav, que representa 400, a outras letras de outras centenas, somando o valor desejado. Observe alguns exemplos:

Além desta, existe uma outra regra que diz respeito à representação dos milhares: se você olhar para um número hebraico e observar dois pontos em cima dele, em sua leitura deve multiplicá-lo por mil. É assim que os hebreus – mais recentes –   faziam para indicar os milhares em um número.

No entanto, esta ‘regra’ foi inexistente por muitos séculos e sendo assim, os números bíblicos representando “milhares”’ tornaram-se absurdos… Imagine uma batalha onde um exército – no campo de batalha, cf.  Js 20:2, 17; II Cr 13:3 – teria 400 mil soldados!. Impossível!!! Sem falar na impossibilidade da ação da intendência (trajes, armamentos, treinamento, alimentação, água, acomodação, etc) de um exército extremamente numeroso como este. Portanto, estes números irreais, eram apenas uma forma do ‘escritor’ dizer [ou por não ter ‘recursos’ linguístico] que o exército ou o número de mortos, era extremamente grande! E, além disto, temos uma outra possibilidade de chegarmos à estes números astronômicos: o desgaste natural ou mesmo ‘acidentes’ que possam ter ocorrido na formatação de tais números (muitas vezes, como distinguir uma apóstrofe ou pontos sobre letras, em textos tão antigos?)…

 

Números simbólicos na Bíblia

A linguagem da Bíblia utiliza muitos recursos simbólicos (símbolos de uma realidade). São frases que não devem ser tomadas ao pé da letra, mas nem por isso deixam de expressar a verdade, revestida de uma roupagem especial. Aliás, a linguagem simbólica traz verdades até mais profundas. Se contamos algo exatamente como aconteceu, nosso relato se limita ao momento em que o fato ocorreu. Se usamos linguagem simbólica, o significado se amplia porque aí pode ser aplicado a situações de outros tempos e lugares, é uma reflexão sobre o significado da vida em todos os tempos.

Isso vale para a maneira de contar a história do povo, muitas  vezes exagerando na descrição dos fatos para comunicar que o que está sendo narrado foi muito mais importante na formação da identidade do povo do que poderia parecer. Nós também usamos exageros para comunicar sentimentos. Cantamos no hino nacional: Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heroico o brado retumbante…. E margem de rio não tem ouvido nem havia um povo em volta de D. Kafos quando ele proclamou a independência (mas hoje queremos que o povo se sinta motivado a defender a liberdade e seus direitos). Se estamos irritados porque alguém não segue orientações nossas que julgamos importantes podemos dizer: _Já te disse mil vezes para não fazer isso! E é claro que o número 1000 aí não diz exatamente quantas vezes falamos sobre esse assunto…

Na Bíblia começamos a estranhar os números quando vemos as idades dos patriarcas e figuras emblemáticas, com gente vivendo mais de novecentos anos nos primeiros capítulos de Gênesis. Não precisamos brigar com antropólogos que dizem que seria impossível um ser humano viver tanto… As idades avançadas vão diminuindo à medida que a história avança, porque esses números são um jeito de dizer que o pecado foi crescendo e se espalhando na humanidade e prejudicando a qualidade da vida. Mas este fato é perfeitamente explicado: No Éden, o casal tinha à sua disposição a Árvore da Vida, da qual foram expulso da sua presença, após o pecado. Gn 3:24. Por isto, devido ao efeito residual decrescente, do fruto da Árvore, a vida do ser humano (inicialmente com a imortalidade condicionada ao não pecar), foi diminuído drasticamente ao pondo do poeta dizer que viver mais que 70 anos, é enfado. Sl 90:10.

 

Mas há números que têm um sentido especial*. Por exemplo:

* No judaísmo, pós exílio, existe dentro da Cabala (o livro de misticismo dos judaicos), uma sessão que estuda os números e seu sentidos simbólicos, a Gematria.

 

Número:

1 (um) – Denota a unicidade absoluta: Tudo começa Nele. Ninguém O precede; desse modo, o numero um representa o UL’HIM (Criador Eterno, o PAI/ABI) absoluto. Para Ele, tudo é um: há um só UL’HIM (I Tm 2:5; I Co 8:4up). A Bíblia declara a Posqayao como o início dos meses (Ex 12:2). Primeiro, porque foi o tempo em que Ele veio para libertar o Seu povo do Egito. Todo primogênito era santo a YAOHUH (Ex 22:29). Também era Sua, toda primeira colheita e todo o primeiro fruto…

YAOHUH é Um (Dt 6:4; Zc 14:9).

 

2 (dois) – Simboliza testemunha e apoio: O dois tem um significado semelhante ao oito. A Palavra do Criador diz, na Primeira Epístola aos Coríntios, que Ele é o segundo homem (I Co 15:47). Na Epístola aos Romanos, Ele é o segundo Adan. Sua obra [salvítica] possui dois estágios: encarnação e glorificação. O sacrifico pelo pecado, em Lv 5:7, tinha duas pombas, mostrando os dois aspectos da salvação. Em Lv 16 (Yom Kipur) temos dois bodes, representando a cruz: Julgado dentro da cidade (o primeiro bode) e morto fora dela (o segundo, azazel).  O número dois também fala de comunhão, adição e ajuda (Ec 4:9-12). Yaohu’shua veio para ter comunhão com o homem, trouxe YAOHUH para dentro do homem e levou o homem para dentro d’Eles; ou melhor, preparou o ser humano para ser habitado por Eles – Jo 14:21,23.

Dois também é o número do testemunho: n a Bíblia, todo testemunho precisa de, no mínimo, duas pessoas. Os discípulos foram enviados aos pares (Mt 10), porque o testemunho duplo é fiel e verdadeiro (Dt 17:6; 19:15; Mt 18:16; II Co 13:1; I Tm 5:19). Dois é o testemunho de Cristo. A bíblia fala que os pães que ficavam no Lugar Santo eram dois, o que aponta para o testemunho. Durante a Grande Tribulação haverá duas testemunhas – o Velho e o Novo Testamento (Jo 11:8); pois, se não aceitarem ao ‘Novo’, (Yaohu’shua), não serão salvos – que irão pregar em Yashua’oleym (Ap 11:3). Apocalipse nos mostra que um dos nomes de Yaohu’shua é a Testemunha Fiel e Verdadeira (Ap1:5 e 19:13). No entanto, dependendo do contexto, o número dois também pode significar divisão e contraste. Assim…

Havia duas grandes luzes, na criação (Gn 1:16). Dois querubins guardavam a Arca da Aliança (Ex 25:22). Duas testemunhas estabelecem a verdade (Mt 26:60). Os discípulos foram enviados dois a dois (Lc 10: 1).

É o par perfeito. Dos animais puros Nok levou para a arca sempre pares (Gn 7:2); totalizando sete pares. É o dobro e pode significar de sobra, como em Is 40:2; 61:7; Ap 18:6. Ec 4: 9 – O trabalho realizado por dois é sempre mais proveitoso.

 

3 (três) – É usado para reforçar ou dar ênfase a uma expressão. Assim, quando se quer dizer que YAOHUH é Santo, repete-se três vezes: YAOHUH é Santo, Santo, Santo (Is 6:3; Ap 4:8). UL (o Verbo) abençoa três vezes (Nm 6:24-26). Três são os mensageiros que anunciam o nascimento de Yatzkh’aq (Gn 18:1). É o número da plenitude (Ap 21:13) e da santidade (Ap 4:8).  Satan se aproveitou disto e disseminou a doutrina pagã da trindade, apontando este número para a unidade (3 em 1) desta ‘trindade’ e usando fartamente este número para ‘mostrar’ esta triunidade; inclusive adulterando as Escrituras para isto (Mt 28:19; I Jo 5:7-8)

Portanto, dizer que algo aconteceu 3 vezes é confirmar o efeito do fato.  Kafos negou Yaohu’shua 3 vezes, isto é, negou de verdade, pra valer! E depois da ressurreição afirma 3 vezes que ama Yaohu’shua, ou seja: retomou de verdade a posição de seguidor do Mestre amado. Yaohu’shua ressuscita no terceiro dia, um jeito de dizer que sua morte foi um fato indiscutível (Mt 12:39-40).

 

4 (quatro) – O quatro é o número da criação. São quatro os elementos: terra, ar, água e fogo. Ap 7:1 mostra que são quatro os ventos da terra. Isso não significa que na Terra existam ‘quatro ventos’, mas que eles sopram sobre toda a criação. São quatro as estações do ano e também os pontos cardeais: norte, sul, leste, oeste [quatro cantos da Terra; não significando com isto que a Terra seja plana ou quadrada]; a Cidade é quadrangular (Ap 21:16). Quatro Seres vivos (Ap 4:6; 7:1; 20:8). São quatro os impérios mundiais mencionados no Livro de Dayan’ul, cap. dois (na tentativa de se estabelecer o 5º império – o do anticristo, o Messias vem e destrói este intento e Se estabelece sobre toda a Terra; vs. 34, 35, 40, 44). Os quatro evangelhos narram a história de Yaohu’shua [UL/Criador, o Verbo que Se fez carne – Jo 1:1-3, 14; Hb 1:1-2; Cl 1:15-20] vivendo nesse mundo, lidando/restaurando a Sua criação pecaminosa. Na parábola do semeador, são quatro os tipos de solo do coração, mostrando que abrange toda a criação divina. O julgamento do mundo tem quatro aspectos em Apocalipse: a guerra, a fome, a doença e o terremoto. Por isso o número quatro na Bíblia, aponta para a criação (no quarto dia, o Criador termina o preparo da Terra para a Vida).
Portanto, é o número da totalidade: um sinal de plenitude…

 

40 (quarenta) – Número que indica um tempo necessário de preparação para algo novo que vai chegar: 40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7:4, 12); 40 dias e 40 noites Mehu’shua passa no Monte (Ex 24:18; 34:26; Dt 9:9-11; 10:10); 40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14:33; 32:13; Dt 8:2; 29:4, etc); Yaohu’shua jejuou 40 dias antes de começar seu ministério (Mt 4:2; Mc 1:12; Lc 4:2); a ascensão de Yaohu’shua acontece 40 dias depois da Ressurreição (At 1:3). Quando alguém errava era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25:3) e Sha’ul também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas, menos uma (II Co 11:24).

 

400 (quatrocentos) – Os Yaoshorul’itas estiveram no Egito por 400 anos, sendo que destes, 240 anos (3 x 4 x 10 = intensificação), como escravos pelos faraós egípcios.

 

5 (cinco) – O número cinco significa responsabilidade diante do Criador. Na parábola das virgens, tem-se dois grupos: cincos néscias e cinco prudentes (Mt 25:2). Isso porque cinco significa comprometimento. É o número de dedos da nossa mão indicando que temos compromisso com os nossos atos. Nossas mãos simbolizam nossas obras. O primeiro bloco da Bíblia (a Lei) têm 5 livros, o Pentateuco. A consagração de Aharon e a purificação do leproso tinham cinco unções que eram aplicadas em cinco partes do corpo, mostrando que somos responsáveis pela unção recebida. O Criador multiplicou cinco pães para alimentar cinco mil pessoas e Dao’ud usou cinco pedras para vencer Golias (I Sm 17:40). Sabemos que o quinto reino mencionado em Dayan’ul, será o reino de Cristo que vem sobre a Terra, destruído o intento do anti’cristo e para entrar nele, temos que ter compromisso. Em Levítico temos cinco ofertas que falam das obrigações de o homem se apresentar diante de YAOHUH. Dessa forma, o número cinco simboliza responsabilidade diante do Pai e no Apocalipse pode ser negativo. Ap 9:5, 10.

 

6 (seis) – Número imperfeito, não chegou à perfeição, que é o número 7. No Apocalipse (13:18) é repetido três vezes, por isso o número da besta é 666. Imperfeição total! Golias tinha irmãos com seis dedos nas mãos e pés (II Sm 21:20). Golias tinha seis dedos nas mãos, seis dedos nos pés e seis côvados de altura. Tudo em Golias era seis, porque fala do homem como inimigo do (I Sm 17.4-7). Também é o número de ha’satan (Dn 3:1, Ap 13:18). Portanto, é também o número do homem caído; em rebelião contra YAOHUH e unido com o diabo, vivendo sem o Criador, no mundo. O homem foi criado no sexto dia e pode trabalhar seis dias por semana (Ex 23:12). É o ápice do humanismo e da sua independência de UL’HIM. No Velho Testamento, um escravo só podia ser escravo por seis anos; no sétimo, ele tinha que sair livre. Segundo a cronologia bíblica, a história do homem na Terra tem seis mil anos de Adan até hoje. Entendemos que o sétimo será o milênio, terreal. O sexto selo fala da ira do Cordeiro sobre a humanidade.

666 (seiscentos e sessenta e seis) –  O número do anticristo é 666, isto é, três vezes seis. Lembra-se que o três significa completude, portanto 666 simboliza o homem em teimosia total tentando ser como UL (egoísmo) – Ez 28:12-19 (Is 14:12-15) mostra a queda de satan, neste mesmo intento. O salário de Salomão (o idólatra que recebeu a Sabedoria, mas se perdeu – só reconheceu o seu erro, no fim de sua vida) era de 666 talentos de ouro, anual… I Rs 10:14. E, a estátua de ouro de Nebuchadnezar era de 6 côvados por 66; isto é, 666. Dn 3:1-2. Assim, 666 aponta para o anticristo por ser ele o ‘avesso’ da perfeição (YAOHUH). O anticristo se levantará contra tudo que se chama divino. Ele é a consumação de Bavel. No dias do Apocalipse, era Nero, o anticristo [veja abaixo]; desde então, sempre houve anticristos e sendo assim, sempre pudemos identifica-los ’calculado o seu nome – Ap13:18. Portanto, é o homem vivendo independente do ETERNO (Nova Era), dizendo: não precisamos de ti, não queremos nos sujeitar a ninguém, nem adorar a ninguém, não queremos nos dobrar diante de ninguém. O anticristo é o ápice do humanismo. Cada vez mais ouvimos a mensagem de que o homem é o centro de tudo, de que o homem é capaz de tudo, de que ele, homem, é o seu próprio ‘deus’; afirmando sempre: ‘deus’ está em todo lugar e em todas as ‘igrejas’ – ponto para satan!

OBS: Em Ap 13:18, o famoso número da “besta do Apocalipse” é 666, que provém da soma das consoantes hebraicas (n + w + r + n + r + s + q) de KAISAR NERON: Imperador Nero, o grande perseguidor dos cristãos (100 + 60 + 200 + 50 + 200 + 6 + 50 = 666).

Hoje poderíamos fazer o mesmo com o nome de Bush (o inimigo nº 1 para os pentecostais paranoicos). Pois, o nome completo dele é: George (6 letras) + Walker (6 letras) + Bush Jr (6 letras), ou seja: 666!
Mas há outras formas de se calcular este 666, usando os números romanos representados por cada letra, a exemplo do nome da falsa profetiza dos adventistas:

ELLEN GOULD WHITE = 666

A menos que alguém prove ao contrário, não há nenhuma lógica forçada ou cálculo errado. *Note que o “U” no latim representa ao “V”. O “W” nas línguas anglo-saxônias é conhecido por “doblevê” devido à sua fonética…   E, é por isto que o Messias lhes dá a Operação do Erro (II Ts 2:11).

Também, na frase paganizada ou usando o falso Nome do Messias: JESUS CRISTO FILHO DE DEUS em Latim (o mesmo que fazem com o título papal), que é a língua de origem do Império Romano, criador da besta através da doutrina pagã da trindade. Ao tomarmos os valores em algarismos romanos das letras correspondentes, encontramos o número 666, que é o número da besta. Ex:

E  S  V  S     C  R   I  S  T  V  S    F  I  L  I  I     D  E  I

1    +    5  +    100   + 1    +     5   +      1+50+2  + 500  +  1 = 666

 

7 (sete) –  É a soma de 4 + 3. Por isso é o número perfeito, indica o máximo da perfeição (Nm 23:4; Mt 15:36); grande quantidade (Is 30:26; Pr 24:16; Mt 18:21); totalidade (Ap 1:4); indica séries completas como no Apocalipse: 7 Cartas (Ap 2-3); 7 Selos (Ap 6:1-17); 7 cabeças (Ap 12:3). O Cordeiro imolado recebe 7 dons (Ap 5:12). Sete Reis papais (Ap 17:9, 10); etc.

Daí, a partir do número sete, todos os números são uma composição dos seis anteriores. Tudo que fala da ação divina no tempo e no meio da sua criação é sete. Por isso o sétimo dia, o shabbos, foi santificado (Gn 2.1-3), após a Criação. Kanosh, o sétimo depois de Adan, foi selado, ainda em vida (Gn 5:24 cf. Hb 11:5, 13). Depois que Nok entrou na arca, houve ainda sete dias de tolerância, de graça (Gn 7:4). Ya’kof serviu a Laban por sete anos. No Egito, houve sete anos de abundância e sete anos de fome. O candelabro tem sete lâmpadas, uma para cada dia da Criação. O sangue tinha que ser aspergido sete vezes significando a redenção perfeita. O shabbos é o sétimo dia da Criação, simbolizando o perfeito descanso que  Criador nos oferece, nEle (Hb 4:11). Durante a festa dos Pães asmos, havia uma oferta de holocausto feita por sete dias, simbolizando a perfeita consagração. A festa dos tabernáculos durava sete dias, simbolizando a perfeita glória. A luta contra Yarich’o foi feita com sete sacerdotes, usando sete trombetas, marchando por sete dias, simbolizando perfeita vitória. Naaman mergulhou sete vezes no rio Yardayan, entendido como perfeita purificação, Yah’ov teve sete filhas depois da sua tribulação, simbolizando a perfeita benção. Yaohu’shua falou sete palavras na cruz. Havia sete diáconos na Igreja primitiva. São sete as parábolas do reino em Matt’yaohuh 13. São sete as festas perpetuas (Lv 23) e também sete as oholyais em Apocalipse. Nele, existem muitos grupos de sete: são sete espíritos (estados) do ETERNO, sete candelabros, sete lâmpadas, sete chifres, sete olhos, sete trombetas, sete pragas e sete taças. Ao todo, em Apocalipse, o sete é mencionado cinquenta e seis vezes, portanto compreender o significado desse número é muito importante para o entendimento deste livro.

Por isto tudo, o sábado é o sétimo dia; Yaohu’shua fez a Criação em 7 dias [Você não acredita que tenha sido Ele, o Verbo que se fez carne, que nos criou? Você não vê o nosso Criador e Redentor, desde as primeiras páginas do VT? E não estamos falando da “trindade” – um paganismo – mas sim de pessoas distintas. Jo 1:18 (I Co 10:1-4; I Co 8:5-6)]; a festa de Pentecostes acontece 7 vezes 7 dias (penta – 50) depois da Posqayao. Cada sétimo ano é sabático (descanso para a terra e libertação dos oprimidos – Lv 25) e depois de 7 vezes 7 anos (no 50º ano) vem o Jubileu. Não se deve perdoar 7 vezes, mas 70 vezes 7 (Mt 18:22).

É importante ver que no Apocalipse aparece a metade de 7, isto é 3,5 (Ap 11:9). Às vezes se diz: um tempo, dois tempos, meio tempo (Ap 12:14; Dn 7:25), isto é três anos e meio. Também pode ser 42 meses (Ap 11:2), é igual a 1.260 dias (Ap 12:6), isto é, sempre a metade de 7. É a duração limitada das perseguições. É o tempo controlado por YAOHUH e foi na metade da última semana  de Dn 9:25-27 (o ministério carnal do Messias) que ocorreu a cruz… Veja a observação, abaixo:

Obs: A marech, ou seja, as 2.300 tardes… Dn 8:14. Estas 2.300 tardes cumpre-se dentro da última semana: Uma semana é igual a 2.520 dias; nos primeiros 6 meses [180 dias], o Imersor, preparou o Caminho. O Messias, após a sua imersão, foi ao deserto por 40 dias. 180 +40 = 220 dias em que o Messias não pregou… 2.520-220 = 2.300 tardes e manhãs…

OBS: 70 (setenta) –  Mt 18:22; Lc 10:1; Apontando para as Setenta Semanas de Dayan’ul. Os pentecostais, sem nenhuma base bíblica, destaca a última semana das demais e a coloca para o futuro (para isto, deturpam a passagem dizendo que o PRINCIPE alí não é o Messias, mas sim o imperador romano) para impor a sua doutrina de um governo do anticristo (a Pedra de Dn 2 vem e destrói este intento; portanto, o anticristo não governará nem por um único segundo) e do seu antibíblico arrebatamento cujo objetivo é não permitir que  a “igreja” esteja presente durante este pretenso governo [a Grande Tribulação], ignorando, por exemplo, Mt 24:29-31.

OBS: 70 x 7 (setenta vezes sete) –  Foi dado um período de 490 anos para que os judaicos mudassem o seu proceder para com o ETERNO… Este tempo inicia-se pela reconstrução de Yah’shua-oleym (49 anos com dificuldades – Ed & Ne). Depois segue pelo período intertestamentário (+ 434 anos). Isto nos leva à última semana que se inicia com a imersão de Yaohu’shua hol’Mehushkyah. No meio desta semana, o Messias é morto e assim os sacrifícios perdem a razão de ser (Mt 27:51; Hb 7:27). Segue o resto da semana, onde os judaicos selaram a vida da nação, com o sacrifício de Esteban (At 6/7)… E, a profecia acaba por apontar o fim destas coisas com a Volta de Yaohu’shua!

Jogo de números 10 x 7: Moisés comunica o espírito profético aos 70 anciãos (Nm 11,16-17.24-25). O exílio na Babilônia é interpretado como a duração de 70 anos (Jr 25,11; 29,10; 27,7; 2Cr 36,21; Dn 9). A tradução da Bíblia hebraica para o grego foi feita por 70 escribas e por isso recebeu o nome de LXX ou Septuaginta.

OBS: 777 (setecentos e setenta e setenta) – Gn5:28-31 Lameque tinha 182 anos quando lhe nasceu um filho, a que chamou Nokh porque, disse ele: Este há de trazer-nos descanso para o duro trabalho da terra que o Criador amaldiçoou. Lameque viveu mais 595 anos e teve mais filhos e filhas. Ao todo foram 777 os anos de vida que teve, e morreu [morreu durante a construção da Arca, pouco anos antes do dilúvio]. Este número indica a perfeição máxima do Criador, contrapondo-se ao 666.

 

8 (oito) – É sete mais um, é como que o transbordamento. O número oito significa ressurreição ou novo começo. Na verdade, a ressurreição é um novo começo. É alguém que morreu, ressuscitou e está tendo um novo começo.. A Bíblia fala que oito pessoas saíram da arca, simbolizando ressurreição, porque passaram pela morte no dilúvio e saíram para uma nova vida. A circuncisão ocorria no oitavo dia, porque circuncidar significa cortar a carne, daí ter que ser ao oitavo dia para simbolizar o recomeço. Dao’ud era o oitavo filho. O leproso era purificado no oitavo dia. As primícias eram trazidas no oitavo dia. O sacerdote trabalhava no oitavo dia da consagração. As bem-aventuranças em Matt’yaohuh são sete mais uma. A transfiguração se deu no oitavo dia para mostrar que depois da ressurreição [ou na volta do Messias] nós seremos glorificados (Lc 9:28-36; Cf. I Co 15:50-53).

Muitos “crentes paganizados” CRIARAM uma semana de 8 dias, capenga, ao afirmar que o domingo não é o primeiro dia; mas sim o oitavo, o dia do recomeço, da nova criação. Por isso, para estes pagãos adoradores do sol (Ez 8:13, 16) o domingo é o dia de descanso, afrontando o Criador e a Sua Lei [Ex 20:8-11 cf. Mt 5:17-19]  ao afirmar – como todo o mundo cristão que não lê com atenção, as Escrituras e assim, aceitam as “interpretações dos teólogos”  mal intencionados – que é o dia da ressurreição. Estude com profundidade e fique sabendo que o Messias não morreu em uma sexta-feira e ressuscitou no domingo… Mas sim, morreu em uma quarta-feira e ressuscitou em um sábado; cumprindo literalmente Mt 12:39-40 (sem esta de ‘dias inclusivos, criado pelos teólogos  pagãos ). No fim deste estudo, tem um link para você ficar conhecendo – biblicamente – o Verdadeiro dia da Ressurreição.

 

9 (nove) – O número nove não aparece em Apocalipse. Ele tem dois significados: pode significar ingratidão, pois foram nove os leprosos que não voltaram para agradecer (Lc 17.11-19). Ou pode significar uma obra humana incompleta: pois o nove é a combinação de quatro mais cinco, ou seja, a criação mais a responsabilidade.

Também pode estar ligado à produção de frutos. Yaohu’shua disse que “se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto” (Jo 12:24).

Os fruto do Espírito (Yaohushua) apresentado em Gl 5:22-23, está assim dividido: três são interiores, três são exteriores e três são teocêntricos. Há nove dons do Espírito em I Co12, referindo-se a poder e ao caráter conforme, Gl 5:22-23.

Em Gn 9:9 temos um pacto: “E eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência, depois de vós”. Este pacto foi feito com Nok e os seus três filhos. Mais tarde, UL fez outro pacto com Abrul’han, quando este contava noventa e nove anos (Gn17:1à1+7+1=9). Ora, é dito que Abrul’han já era “amortecido” por causa da idade, mas mesmo assim ele produziu fruto.

Lemos sobre as novecentas carruagens de ferro em Jz-4:3. O leito de Ogue, rei de Basan tinha nove côvados de comprimento (Dt 3:11). Na era dos patriarcas esse número era muito importante. Em Gn 5, encontramos o número novecentos, sete vezes, em um só capítulo.

Lembramo-nos aqui das noventa e nove ovelhas obedientes e de uma que se extraviou. Yashua’oleym foi destruída no nono mês (Jr 52:4-6) O Rolo da Lei foi destruído em Jr 36:23, no nono mês. Nove é o período de gestação para que as mulheres produzam fruto. A visão de Kafos aconteceu na hora nona (At 10:9-17).

Já, os pagãos trinitarianos enxergam este número como sendo o triplo de três…

 

10 (dez) –  Mesmo não sendo ímpar, o número 10 (dez) entrou na lista dos números perfeitos. Ele expressa o completo, a inteireza, o todo. É considerado o número da perfeição humana. Com o 10 (a soma de dois números perfeitos: 3 + 7 = 10), expressamos a admiração e reconhecimento que temos por alguém: Ele é 10! Na maioria das escolas a avaliação é por conceito numérico. Quem obtém nota 10, consegue o máximo. Indica grande quantidade (Gn 31:7) ou é simplesmente um número redondo (Mt 25:1). Indica também listas completas. Pelos dez dedos das mãos é fácil lembrar a lista. Indica um tempo limitado; curta duração (Dn 1:12.14; Ap 2:10). Dez são os mandamentos. Dez eram as virgens e dez foram as pragas no Egito. Os discípulos oraram dez dias. Eram dez os servos em Lc 19:13. Pode indicar também imperfeição: a besta só tem 10 chifres (Ap 12,3). Na França iluminista, foi criada a semana de 10 dias para renegar qualquer vinculo espiritual com a semana da Criação… Esta semana (1793) durou apenas 3,5 anos (metade de sete)!

 

12 (doze) – É o resultado de 4 x 3, isto é, um número bem completo. É o número que representa o povo, que começou com 12 tribos. Yaohu’shua, ao escolher 12 apóstolos quer dizer que está formando um novo povo. Quando no Apocalipse se diz que são 144.000 os marcados como servos de YAOHUH não precisamos ficar achando que agora não há mais vaga para nós, entre os eleitos. Veja, 144 000 = 12 (representa o povo de yaoshorul’ita, isto é, os judaicos)  x  12 (representando todos os povos, nós)  x  1000 ( uma grande multidão). Nesse simbolismo há espaço para todos, em todos os tempos.  Quando Yaohu’shua multiplica os pães, sobram 12 cestas (se multiplicarmos nossas ofertas* aos que têm fome haverá comida para todo o povo). Isto confirma que é o número da escolha [12 tribos no AT; 12 Apóstolos no NT]; 12 legiões de anjos (Mt 26:53). Os anciãos são 24, isto é: 2 x 12 (Ap 4:4). Por isto, os que serão salvos (Ap 7:4) serão 144.000, isto é 12 x 12 x 1000! É o número da totalidade (Ap 21:12-14).

O número doze possui basicamente o mesmo significado do sete, todavia se diferencia dele porque o sete é a perfeição da ação do Criador na história do homem, no tempo; enquanto o doze é a perfeição de Sua ação para a eternidade. Por isso, tudo o que é eterno, em Apocalipse, é doze; mas tudo o que tem fim é sete (sete últimas Pragas sobre os ímpios, em Ap 16). Sete é três mais quatro, mas o doze é três vezes quatro. Os sete selos e as sete trombetas são uma ação completa do Criador (Yaohu’shua); no entanto, só por um tempo, enquanto aquilo que é doze é eterno. A Bíblia fala que são doze meses, doze discípulos, doze portas de Yashua’oleym, doze pedras preciosas no peito e nos ombros do sumo sacerdote, doze pães e doze espias. Yaohu’shua foi a Yashua’oleym aos doze anos. São doze as legiões de anjos. Apocalipse 21 se refere ao número doze: a Nova Yashua’oleym possui doze portas, doze fundamentos, doze tronos, doze pérolas e doze pedras preciosas. Portanto, tudo que é eterno é doze.

Nota de oCaminho: A Lei Moral vigora até o Fim do Pecado (Ap 20:11-15), após o Milênio!

 

OBS: 120 (cento e vinte) –  (3 x 40) – O numero cento e vinte possui qualidades simbólicas singulares. Esse numero figura no Livro do Gênesis como medida de tempo, no momento em que um limite de cento e vinte anos foi decretado para os anti-diluvianos retornarem ao Criador (Gn 6:3). Este foi tempo em que Nok construiu a arca para sobreviver ao diluvio (Gn 6), Esse numero também corresponde aos anos de vida do profeta Mehu’shua (Dt 34:7). Aos cento e vinte dias em que Mehu’shua esteve sobre o Monte S’neah em três períodos de quarenta dias cada, como também ao período de três gerações convencionais de quarenta anos cada, exemplificado pelo pacto do Cridor com o povo de Yaoshor’ul: “…guardes todos os Seus estatutos e os Seus preceitos que eu te ordeno – tu, teu filho e o filho de teu filho…” (Dt 6:2). A Bíblia pode, então, ser compreendida como um contrato entre o Criador (representado o ETERNO) e o povo de Yaoshor’ul.

 

 

1000 (mil) – Uma quantidade tão grande que não se pode contar. Prazo de tempo completo e comprido. Reino de mil anos (Ap 20:2).

OBS: O Apocalipse é um livro de símbolos (não literais); no entanto, símbolos de uma realidade (cada símbolo representa uma coisa literal)!

Ver as combinações: 7 x 1000 (Ap 11:13; 12 X 1000 (Ap 7:5-8); 12 x 12 x 1000 (Ap 7:4).

É interessante ver que é o sábado que dá valor [fecho de ouro da semana temporal; assim como a criação do ser humano realizada por Yaohushua, foi o ‘fecho de ouro’ da criação] aos demais dias da semana; assim transforma os 6 dias (imperfeitos) em 7 dias (perfeito). O único dia da semana que tem um nome é shabbos e foi do paganismo que surgiu o nome domingo para  o primeiro dia da semana – um dia de trabalho como qualquer um dos demais, pois, 6 dias trabalharás (realiza a sua obra – Ex 20:8-11)… Sunday/dia do sol, no inglês. Outro exemplo: seis povos habitavam a Terra Prometida (Ex 3,8). Mas eram imperfeitos. Yaoshor’ul (não a nação atual, pois estes não aceitam a Yaohushua; mas sim o Yaoshor’ul formado por nós, os salvos) será o sétimo povo, aquele que tornará a terra perfeita, como era na criação [errou o Criador ao nos criar na Terra, e agora tem que nos levar para o céu??? Não: Os mansos herdarão a terra – Mt 5:5 (Sl 115:16; Pv 2:21-22)]!

Ver também o jogo numérico feito na elaboração de alguns provérbios (Pr 6:16-19; 30:15-33).

Como os yaoshorul’itas escreviam seus números com letras alfabéticas (não tinham vogais), assim se podia escrever um nome com um valor numérico escolhido a dedo. Por exemplo, Matt’yaohuh divide a genealogia de Yaohu’shua em três grupos de 14 gerações. Ora, o número 14 é o resultado das somas das letras do nome de Dao’ud (d + w + d): 4 + 6 + 4 = 14. Então Yaohu’shua é três vezes Dao’ud; é o Dao’ud por excelência.

No capítulo 17 do Evangelho de Yao’khanan, a palavra “mundo” aparece 18 vezes, isto é: 6 + 6 + 6. Ora, para Yao’khanan, não é a terra ou o mundo físico – como nós entendemos hoje – que era mau. “Mundo” significava: o sistema, ou seja, aqueles que não aceitavam Yaohu’shua (podiam ser os judaicos do Templo, os romanos ou até mesmo os gentios; e hoje, nós, os do “mundo”: Lembre-se, “do mundo, mas não no mundo”!).

Perceba a diferença: Reino DOS céus e jamais Reino NOS céus… Somente no livro de Matt’yaohuh temos esta frase (reino dos céus) e jamais ele diz….nos céus! O Pai Nosso diz: Venha a nós o Teu Reino… Se você ainda crê em ir para o céu (paganismo grego trazido aos cristãos pela ICAR, em sua Vulgata), PARE de orar este Pai Nosso e passe a orar assim: Nos LEVE para o Teu Reino!!!

OBS: Gentios nas Escrituras, são os descendentes das dez tribos espalhas pelo mundo,  isto é, o Reino do Norte, Yaoshor’ul – Is 9:1. Quando você ler nas Escrituras a palavra “Israel”, você deve atentar ao contexto para saber se está falando das 10 tribos (a Casa de Israel – Mt 10:5) ou da nação como um todo (o Reino do Sul/2 tribos + o Reino do Norte/10 tribos/a Casa de Judá).

No capítulo 9 do Evangelho de João, o verbo “abrir” aparece 7 vezes, justamente no relato em que Yaohu’shua abre os olhos ao cego; um sinal importante no quarto Evangelho: Abrir seus olhos para a Verdade – Jo 8:32.

Outro exemplo: na expressão “filhos de Yaoshor’ul” temos também um exemplo de como os escritores bíblicos gostavam de fazer os jogos de palavras baseadas no valor numérico das letras do alfabeto hebraico. Em Filhos de Yaoshor’ul, a soma dos valores das consoantes é: 2 + 50 + 10 + 10 + 300 + 1 + 30 = 603. Esta é a cifra da multidão do primeiro total do povo, no recenseamento antes de partir em direção ao S’neah: 603.550 (Nm 1:46; 2:32). É o mesmo número dos homens que deixaram o Egito (Ex 12:37).

Enfim, os hebraicos davam muito valor aos números… MAS, quanto a nós, corremos sério risco de entrar por este caminho, a ponto de nos misturar com os místicos – Dt 18:10-12.

 

Os números para os ocultistas (iluminats, maçônicos e bruxos):

  1. Três (3) é o primeiro número sagrado, o primeiro número perfeito [Wescott, 41]. Três representa a Trindade Pagã [Wescott, pg 37] Ele é representado geometricamente no triângulo, e espiritualmente como o Terceiro Olho do hinduísmo. Os ocultistas multiplicam e adicionam três aos outros números sagrados para criar novos números. Entretanto, também agrupam três em grupos de dois ou de três, pois acreditam no princípio da “intensificação”, isto é, que grande poder é obtido quando um número ‘sagrado’ é agrupado. No caso do três, uma maior intensificação é obtida quando ele é mostrado como 33 ou 333. Quando Hitler cometeu suicídio, organizou os detalhes do horário de modo a criar um três triplicado (333). Você pode ver como 333 formou a estrutura para essa ocasião da mais alta importância? Logicamente, 333 + 333 = 666. Os ocultistas usam 33 33 33 como um símbolo oculto pelo qual apresentam o número mais ofensivo 666. Quando os detalhes de um evento são assim organizados, de forma a conter certos números ocultistas sagrados ou combinações numéricas, essa é literalmente a assinatura ocultista de um evento. Somente os ocultistas reconhecerão essa assinatura.

Finalmente, os três 33 33 33 são organizados para representar 666 quando são mostrados em pares. Matematicamente, 666 pode ser criado quando três pares de três são somados. Assim (3+3) + (3+3) + (3+3). Agora, elimine os parênteses e os sinais de mais, e terá 33 espaço 33 espaço 33, representando o número 666.

 

  1. Seis (6) é o próximo número ‘sagrado’, representando o número da alma do homem [Wescot, pg 66]. Isso mostra o poder onipotente do Criador, pois essa crença é paralela à passagem em Apocalipse 13:18, em que o Criador atribui 666 ao homem; mais precisamente ao homem do pecado final, a Besta. Seis também é considerado como “todo-suficiente”. Isso também está em paralelo com o ensino bíblico, que diz que o grande pecado do homem é o orgulho de si mesmo.

Se o algarismo seis individualmente é considerado poderoso, então assim também o agrupamento dele como 66 ou 666. Entretanto, os ocultistas também pegam 666 e multiplicam os três números, obtendo 216. Wescott explica, “De acordo com os pitagóricos, após um período de 216 anos … todas as coisas são regeneradas”, incluindo o homem. A ‘alma’ de cada pessoa seria regenerada, ou renascida precisamente 216 anos após sua morte. Lembre-se desse valor, pois os ocultistas atribuem muitas das mesmas características dos indivíduos às nações e creem – como todo evangélico pentecostal – na ‘imortalidade da alma’ e na reencarnação…

 

  1. Sete (7) é um número ‘sagrado’. Van Buren chama o sete de “um dos mais sagrados de todos os números… o Centro Invisível, o Espírito de tudo” [pg 39]. Acredita-se que o sete literalmente governe todos os aspectos do universo, a partir do próprio corpo do homem, para os corpos do universo, e para as questões espirituais. Como a multiplicação de sete cria um número sagrado ainda mais poderoso, não devemos estar surpresos que 3×7, ou 21, seja considerado um número poderosíssimo.

Assim, quando Adam Weishaupt formou os Mestres dos Illuminati, escolheu o dia do evento organizando os números de uma maneira que formasse números poderosos. Ele escolheu Primeiro de Maio, porque maio é o quinto (5) mês, somado com o primeiro dia, é igual a seis. Weishaupt escolheu 1776 porque os quatro algarismos somados dão 21 (1+7+7+6). Além disso, 6+21=27, outro número de poder porque é formado pela multiplicação de 3×9. Essa data foi escolhida com muito cuidado por Weishaupt; ele acreditava que o Plano da NOM [Nova Ordem Mundial] estaria condenado ao fracasso se não fosse executado em um dia numericamente auspicioso.

 

  1. Nove (9) é sagrado porque é o “primeiro cubo de um número ímpar (3)” [Van Buren, pg 40-41]. Nove também contém muitas propriedades matemáticas singulares, mas este não é o objetivo deste estudo e não vamos examiná-las aqui. Espiritualmente, nove é o número da “morte para si mesmo para renascer em Espírito” [pg 41]. Essa é uma falsificação satânica para o novo nascimento; a imersão.

Finalmente, o nove triplicado (999) é utilizado para representar 666, pois é simplesmente a inversão de 666. Agora, peque uma embalagem de papelão de algum produto industrializado e observe atentamente o símbolo de reciclagem… Sintomático, não é?

 

  1. Onze (11) é um número ‘sagrado’, embora represente “… tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito” [Wescott, pg 100]. O onze é formado da soma de 5 + 6 = 11. Quando onze é multiplicado pelo número perfeito 3, produz 33, um número de tremenda importância no ocultismo. Em 1933, Adolf Hitler e o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt chegaram ao poder. Ambos estavam comprometidos com o estabelecimento da Nova Ordem Mundial, e suas ações tiveram um grande impacto na humanidade. Foi também em 1933 que ocorreu a publicação do Primeiro Manifesto Humanista. Você vê como satan manipulou a história mundial para produzir 3 eventos da Nova Ordem Mundial em 1933? Assim, um 333 poderoso serviu como estrutura para eventos mundiais naquele ano.

 

  1. Treze (13) é considerado sagrado porque é formado pela adição do seis (o número da alma do homem) com sete (um dos números perfeitos) à 6 + 7 = 13. Entretanto, 13 é o número que o Criador atribuiu a satanás. Sabemos que os dias sagrados na primavera pagã são 30 de abril e primeiro de maio. Agora, some os números que formam essas datas (3+4=7; 5+1=6); quando você soma seis com sete, obtém treze, o número de satan.

Sobre a numerologia dos iluminats, leia este estudo completo em:

https://cyocaminho.com/666NOM.html

Quarta ou sexta-feira: A Morte do Messias!

Saiba Mais: https://overboyaohushua.com/index.php/model-49/

 

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